domingo, 5 de julho de 2015

Nosa Nova Canção...

Siyahamba

Siyahamba é um hino Sul-africano que se tornou popular nas igrejas dos Estados Unidos nos anos 90, O título significa “Estamos Marchando” ou “Estamos Caminhando” na ligua Zulu.


História

"Siyahamba" surgiu na África do Sul. Supõe-se que foi composta por volta de 1950 por Andries van Tonder, um ançião de uma igreja local. A composição original estava em Africâner (com o título "Ons marsjeer nou in die lig van God") e foi posteriormente traduzida para o Zulu por Thabo Mkize. Em 1978, o coral Sueco Fjedur fez uma turnê pela África do Sul sob convite da Igraja Evangélica Luterana da África do Sul. Posteriormente, o diretor musical do grupo, Anders Nyberg, voltou para Cidade do Cabo para gravar músicas corais tradicionais. Foi durante esse ano que ele ouviu e gravou "Siyahamba" numa escola para meninas em AppelsboschNatal. A partir  de então essa canção tem sido usada em escolas por todo o mundo.
Em 1984, Nyberg fez um arranjo de “Siyahamba” para um formato de coro ocidental a 4 vozes e publicou num livro acompanhado de gravações chamado “Freedom is Coming: Songs of Protest and Praise from South Africa”(“A Liberdade está Chegando:Canções de Protesto e Louvor da África do Sul”). Em 1994, GIA Publications incluiu a canção, com o título “We Are Marching In The Light Of God” (Estamos Marchando na luz de Deus) no Gather Comprehensive[2], um hinário muito usado nas paróquias católicas dos Estados Unidos. Um ano mais tarde, a United Church of Christ (Igreja Unida de Cristo) incluiu essa canção, com o mesmo título, no The New Century Hymnal [3](Hinário do Novo Século).
Hoje, "Siyahamba" é apresentado com frequência por corais tanto em ambientes religiosos quanto em seculares. Ocasionalmente, as letras traduzidas são modificadas para a apresentação secular: por exemplo, em Inglês "We are marching in the light of God" (Estamos Marchando na luz de Deus) é mudado para "We are standing in the light of peace" (Estamos na Luz da Paz).

Letra

A estrutura da canção é cíclica, mais do que sequencial: a letra consiste em uma frase, repetida com mudanças. Hawn[4] afirma que as formas cíclicas tendem a enfatizar o espírito de comunidade e permitir uma presença corporal maior durante a apresentação. A forma cíclica, somada ao significado da letra, pode explicar a popularidade da canção tanto como uma canção de protesto e de marcha quanto como um “ofertório”.
Zulu
Siyahamba ekukhanyeni kwenkos', Siyahamba ekukhanyeni kwenkos'.
Siyahamba ekukhanyeni kwenkos', Siyahamba ekukhanyeni kwenkos'.
Siyahamba, siyahamba, Siyahamba ekukhanyeni kwenkos'.
Siyahamba, siyahamba, Siyahamba ekukhanyeni kwenkos'.
 Português
Caminhando sob a luz de Deus. Caminhando sob a luz de Deus.
Caminhando sob a luz de Deus. Caminhando sob a luz de Deus.
Caminhando, vamos. Caminhando, vamos. Caminhando sob a luz de Deus.
Caminhando, vamos. Caminhando, vamos. Caminhando sob a luz de Deus.
 Inglês
We are marching in the light of God. We are marching in the light of God.
We are marching in the light of God. We are marching in the light of God.
We are marching, we are marching, ooh, We are marching in the light of God.
We are marching, we are marching, ooh, We are marching in the light of God.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

TAL QUAL ESTOU 266 - Cantor Cristão



                                      TAL QUAL ESTOU

Charlote Elliot, uma das hinistas mais destacadas do séc. XIX nasceu em 1789. Foi membro de uma família de certa cultura e tradição ministerial (dois irmãos, um tio e um avô foram pastores). Mostrou seu talento poético desde cedo, escrevendo poesias humorísticas. Uma doença séria em 1821 deixou Charlotte inválida para o resto da sua vida. No ínicio, foi rebelde para com Deus. Queixou-se certa vez: “Se Deus me amasse, não teria me tratado desta maneira”. A visita do ilustre pastor e líder da hinologia francesa, H. A. César Malan, mudou sua vida. O Pastor perguntou a Charlotte se ela realmente tinha aceitado a Cristo. Ela se ressentiu com esta pergunta. Malan, prudentemente, não insistiu, mas disse; ”Não insisto em falar nisso, mas orarei para que você entregue o seu coração a Cristo e que se torne uma grande obreira em sua causa”.Duas semanas depois, Charlotte procurou aquele grande evangelista. Falou das suas frustrações e dos seus sentimentos.
- “Que devo fazer para ser crente? ”, perguntou ao amigo.
- ”Deve ser entregar a Cristo, tal qual está”, veio a resposta.
- “Será que Deus me recebe, tal qual estou? ”, perguntou Charlotte, pensando na sua rebeldia, seus temores, e no seu rancor.
- “Sim, tal qual está”, respondeu o Dr. Milan.
Charlotte fez isso e, dali em diante, dedicou sua vida a servir ao Senhor. Manteve uma correspondência com o Dr. Malan por 40 anos, o que muito lhe ajudou a superar sua vida de sofrimentos físicos, e manter um grande ministério espiritual e humanitário. Ao todo, escreveu 150 hinos, que refletiam seu amor pela poesia e pela música. Escreveu muitos hinos especialmente procurando ajudar todas as pessoas que sofriam. Foram publicados em alguns hinários da época. De acordo com Julian, os versos de Charlotte Elliott "São caracterizados pela ternura de sentimentos, simplicidade melancolia, devoção profunda e ritmo perfeito. Para as pessoas sofrendo enfermidades e tristezas, ela canta como poucos."
Em 1834, o irmão de Charlotte procurava organizar uma escola para filhas de pastores sem recursos. Todos ao seu redor se empenhavam a ajudá-lo. Charlotte também queria ajudar, mas, muito doente, era-lhe impossível. Sentia demais a sua invalidez. Mas Deus pôs no seu coração este hino. Escrevendo seis estrofes, lá ajuntou, na sua alma, as grandes certezas, não das suas emoções, mas da sua salvação – do seu Senhor, do seu poder, das suas promessas – e deliberadamente registrou, para seu conforto, a fórmula da sua fé, reiterando a si mesma o evangelho do perdão, da paz e dos céus. A venda do seu hino angariou mais recursos do que os esforços de todos os outros.
"Tal Qual Estou" apareceu pela primeira vez num panfleto em 1835. Charlotte o publicou no seu hinário The Invalid’s Hymn Book (O Hinário Para o Inválido), em 1836. Mais tarde, no mesmo ano, Charlotte adicionou uma sétima estrofe ao hino e publicou-o numa outra coletânea para os que sofrem. Depois da sua morte, em 1871, descobriram mais de 1.000 cartas agradecimento por este hino. Traduzido para muitas línguas e difundido ao redor do globo, o hino tornou-se o mais usado na hora do apelo em cultos evangélicos.
Em setembro de 1934 o muito conhecido pregador batista Mordecai Ham dirigiu uma campanha evangelistica de 11 semanas em Charlotte, Estado de Carolina do Norte, EUA. Para um certo jovem na multidão, religião era um estorvo. Assistiu à reunião sem querer. Enquanto escutava, entretanto, as palavras do pregador tocaram algo nele. Compreendeu que era verdade. Aquela noite, enquanto o coro cantava Tal Qual Estou, o jovem Billy entregou a sua vida a Cristo. Andou até a frente como profissão pública da sua nova fé. Muita gente associa "Tal Qual Estou" com o jovem que entregou a sua vida a Cristo em 1934, o evangelista Billy Graham. Graham, talvez o mais conhecido evangelista da história, tem viajado ao redor do mundo nos seus esforços de trazer Cristo às nações. O cântico que o chamou para fazer a sua profissão pública tornou-se o hino apelo usado em cada Cruzada Billy Granham.
A melodia extensivamente usada nos Estados Unidos com o texto de Charlotte Elliot é WOODWORTH, composta por William Batchelder Bradbury. Originalmente foi combinada com outro texto e publicada na Mandelssohn Collection editada por Hastings e Bradbury, em 1849. Felizmente Sankey, nas coletâneas Gospel e Cânticos Sagrados, publicadas entre 1875 e 1891, uniu a melodia de Bradbury ao texto de Elliot. Usou esta versão nas suas campanhas com Moody. O resultado foi muito feliz e esta versão foi difundida ao redor do mundo. Ao som desta versão, nas campanhas de Billy Granham, onde este hino é o hino oficial de apelo, milhares já foram à frente fazer sua confissão de fé.

Fonte: Ichter, Bill H. Se Os Hinos Falassem. Vol I, Rio de janeiro, Casa Publicadora Batista (JUERP), s/d, p. 328


 


Segue abaixo a versão da Cantor Cristão (266)

Tal qual estou eis-me Senhor,
Pois o Teu sangue remidor
Verteste pelo pecador;
Ó Salvador me achego a Ti!

Tal qual estou sem esperar,
Que possa a vida melhorar
Em Ti só quero confiar;
Ó Salvador me achego a Ti!

Tal qual estou e sem poder,
As faltas podes preencher
E tudo quanto me é mister;
Ó Salvador me achego a Ti!

Tal qual estou me aceitarás,
E Tu minha alma limparás
Com Teu amor me cobrirás;
Ó Salvador me achego a Ti!





A versão da Árvore da Vida

1 Tal qual estou, sem me esquivar,
Sem nada em que me apoiar,
Mas por Teu sangue e Teu chamar,
Cordeiro eterno, venho a Ti!

2 Tal qual estou, sem esperar
Pra do pecado livre estar,
E em Teu sangue me lavar,
Cordeiro eterno, venho a Ti!

3 Tal qual estou, mas inda assim,
Com medos, dúvidas sem fim,
Angústias, lutas dentro em mim,
Cordeiro eterno, venho a Ti!

4 Tal qual estou, sem ter visão,
Mui pobre, vil, em aflição,
Por vida, luz e salvação,
Cordeiro eterno, venho a Ti!

5 Tal qual estou me acolherás,
Perdão e alívio me darás,
Pois prometeste e cumprirás;
Cordeiro eterno, venho a Ti!

6 Tal qual estou, Teu grande amor
Meus muros todos derrubou;
E para ser só Teu, Senhor,
Cordeiro eterno, venho a Ti!

Hino 459 - Editora Árvore da Vida


CASTELO FORTE •Hino 323 - Cantor Cristão



                               CASTELO FORTE:


Castelo Forte ou Castelo Forte é o Nosso Deus (em alemão: Ein feste Burg ist unser Gott) é um hino sacro, cantado em igrejas protestantes, composto por Martinho Lutero em 1529. O texto é baseado no Salmo 46, "Deus é nosso refúgio e fortaleza..." Heinrich Heine referiu-se a esse hino como a "Marselhesa" da Reforma Protestante. Johann Sebastian Bach utilizou sua melodia como tema da Cantata BWV 80. Felix Mendelssohn-Bartholdy empregou-a no último movimento da sua 5ª sinfonia (Sinfonia da Reforma). Na ópera "Os Huguenotes" de Giacomo Meyerbeer, é utilizada diversas vezes como Leitmotiv. É também citada na ópera "Friedenstag", de Richard Strauss.

 

 

 

Castelo Forte com a assinatura de Lutero
"Castelo Forte" é um dos hinos preferidos da tradição Protestante. É considerado o Hino de Batalha da Reforma Protestante, devido ao efeito produzido no apoio à causa dos Reformistas. John Julian declina quatro teorias sobre sua origem:
O mais antigo hinário existente, em que este hino aparece, é o de Andrew Rauscher (1531), mas é provável que ele figurasse no hinário de Wittenberg, de Joseph Klug, de 1529, do qual não existe cópia. Seu título era Der xxxxvi. Psalm. Deus noster refugium et virtus. Antes disso é provável que tenha figurado no Hinário de Wittenberg, de Hans Weiss de 1528, também extraviado. Esta evidência reforça a idéia de que fora escrito entre 1527 e 1529, já que os hinos de Lutero eram impressos imediatamente após serem escritos. A tradição diz que o Rei Gustavus Adolphus of Sweden fez executar esse hino, enquanto suas tropas marchavam para a Guerra dos Trinta Anos. O Salmo já tinha sido traduzido para a língua sueca, em 1536. Muitos séculos depois, a canção se tornaria o hino nacional do antigo movimento socialista sueco. Existem várias versões portuguesas desse hino; vide ligações externas abaixo. Talvez ironicamente, dado ao seu pedigree de Reformador, é atualmente um hino sugerido nas missas católicas [1], figurando na segunda edição de "O Livro Católico do Louvor", publicado pela Conferência Canadense dos Bispos Católicos.

 

Castelo Forte, melodia isométrica
Castelo Forte, melodia rítmica
A primeira linha, no original (em alemão) é Ein’ feste Burg ist unser Gott. Lutero compôs a melodia para o Hino, que se chama "Ein' Feste Burg" e está na métrica hímnica 87.87.55.56.7, chamada melodia rítmica, para distinguir da melodia isométrica do hino. A medida isométrica que é empregada na gravura à direita é mais conhecida e usada entre os cristãos. (Cf. The Commission on Worship of the Lutheran Church—Missouri Synod, Lutheran Worship, (St. Louis: CPH, 1982), 992, 997). Em 1906, Edouard Rœhrich escreveu, "A forma autêntica dessa melodia difere, significativamente, da forma cantada na maioria das igrejas protestantes e da que figura na ópera "Os Huguenotes", de Meyerbeer. ... A forma original é poderosamente ritmada, de modo a se submeter a todas as nuances do texto ..." (E. Rœhrich, Les Origines du Choral Luthérien. (Paris: Librairie Fischbacher, 1906), 23)
Enquanto no século XIX os musicólogos questionavam a autoria desse hino como sendo ou não de Lutero, essa opinião foi modificada nas mais recentes pesquisas; hoje é consenso que Lutero realmente compôs essa famosa melodia, para ser cantada com o referido texto.

Em Alemão (original)
1. Ein’ feste Burg ist unser Gott,
Ein' gute Wehr und Waffen;
Er hilft uns frei aus aller Not,
Die uns jetzt hat betroffen.
Der alt’ böse Feind,
Mit Ernst er’s jetzt meint,
Groß’ Macht und viel List
Sein’ grausam’ Rüstung ist,
Auf Erd’ ist nicht seins Gleichen.
3. Und wenn die Welt voll Teufel wär’
Und wollt’ uns gar verschlingen,
So fürchten wir uns nicht so sehr,
Es soll uns doch gelingen.
Der Fürst dieser Welt,
Wie sau’r er sich stellt,
Tut er uns doch nicht,
Das macht, er ist gericht’t,
Ein Wörtlein kann ihn fällen.


2. Mit unsrer Macht ist nichts getan,
Wir sind gar bald verloren;
Es streit’t für uns der rechte Mann,
Den Gott hat selbst erkoren.
Fragst du, wer der ist?
Er heißt Jesus Christ,
Der Herr Zebaoth,
Und ist kein andrer Gott,
Das Feld muss er behalten.


4. Das Wort sie sollen lassen stahn
Und kein’n Dank dazu haben;
Er ist bei uns wohl auf dem Plan
Mit seinem Geist und Gaben.
Nehmen sie den Leib,
Gut, Ehr’, Kind und Weib:
Lass fahren dahin,
Sie haben’s kein’n Gewinn,
Das Reich muss uns doch bleiben.

 Versões

 J. Eduardo Von Hafe (em Português)

1. Castelo forte é nosso Deus.
Espada e bom escudo;
Com seu poder defende os seus
Em todo transe agudo.
Com fúria pertinaz
Persegue Satanás,
Com artimanhas tais
E astúcias tão cruéis,
Que iguais não há na terra.
3. Se nos quisessem devorar
Demônios não contados,
Não nos podiam assustar,
Nem somos derrotados.
O grande acusador


Dos servos do Senhor
Já condenado está;
Vencido cairá
Por uma só palavra.


2. A nossa força nada faz,
Estamos, sim, perdidos;
Mas nosso Deus socorro traz
E somos protegidos.
Defende-nos Jesus,
O que venceu na cruz,
Senhor dos altos céus;
E, sendo o próprio Deus,
Triunfa na batalha.


4. Sim, que a palavra ficará,
Sabemos com certeza,
E nada nos assustará
Com Cristo por defesa.
Se temos de perder
Filhos, bens, mulher;
Embora a vida vá,
Por nós Jesus está
E dar-nos-á seu reino.
 

 Outras Versões em Português

 Composição

  • Ein' feste Burg, Lutero, 1529
  • Esta melodia foi usada por A.W.R. Crawley na canção escolar ('Per Angusta ad Augusta') da Auckland Grammar School na Nova Zelândia.

 Na Cultura Popular

  • O hino foi cantado na Catedral Nacional durante o funeral do Presidente dos Estados Unidos Dwight David Eisenhower.
  • Uma versão de "Castelo Forte" foi usada como tema de um seriado de programa infantil de TV Davey and Goliath (Davi e o Gigante Golias), produzido pela Igreja Luterana dos EUA.
  • Parte dele pode ser ouvido no filme feito para a TV A Separate Peace.
  • No desenho animado Os Simpsons, a campainha da porta de Ned Flanders, o alegre devoto religioso, vizinho de porta, às vezes toca "Castelo Forte é nosso Deus."

 

 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

A BELA HISTÓRIA DA CANÇÃO "SAUDADE"

036-O exilado


Letra : Justus Henry Nelson
Música: Stephen Collins Foster




O EXILADO THE SWANEE RIVER
(Old Folks at Home)

- Letra original -

1
Da linda pátria estou bem longe;
Cansado estou;
Eu tenho de Jesus saudade,
Oh, quando é que eu vou?
Passarinhos, belas flores,
Querem m'encantar;
São vãos terrestres esplendores,
Mas contemplo o meu lar.

2
Jesus me deu a Sua promessa;
Me vem buscar;
Meu coração está com pressa,
Eu quero já voar.
Meus pecados foram muitos,
Mui culpado sou;
Porém, Seu sangue põe-me limpo;
Eu para pátria vou.

3
Qual filho de seu lar saudoso,
Eu quero ir;
Qual passarinho para o ninho,
Pra os braços Seus fugir;
É fiel - Sua vinda é certa,
Quando... Eu não sei.
Mas Ele manda estar alerta;
Do exílio voltarei.

4
Sua vinda aguardo eu cantando;
Meu lar no céu;
Seus passos hei de ouvir soando
Além do escuro véu.
Passarinhos, belas flores,
Querem m'encantar;
São vãos terrestres esplendores,
Mas contemplo o meu lar.

1
Way down upon the Swanee River,
far, far away.
That's where my heart is turning ever.
That's where the old folks stay.
All up and down the whole creation,
sadly I roam,
Still longing for the old plantation,
and for the old folks at home.

2
All the world is sad and dreary,
everywhere I roam,
Oh! darkeys, how my heart grows weary,
far from the old folks at home.
All 'round the little farm I wandered
when I was young,
Then many happy days I squandered,
many a song I sung.

3
When I was playing with my brother
happy was I.
Oh! take me to my kind old mother,
there let me live and die.
All the world is sad and dreary,
everywhere I roam,
Oh! darkeys, how my heart grows weary,
far from the old folks at home.

4
One little hut among the bushes,
one that I love,
Still sadly to my mem'ry rushes,
no matter where I rove.
When will I see the bees a-humming'
all around the comb?
When will I hear the banjo strummin'
down in my good old home?

5
All the world is sad and dreary,
everywhere I roam,
Oh, darkeys, how my heart grows weary,
far from the old folks at home.


História

Stephen Collins Foster escreveu "Old Folks at Home" em 1851, na cidade de Pittsburgh, estado americano da Pennsylvania. Muitos têm afirmado que esta canção é ofensiva e racista pelo fato de haver sido elaborada com palavras do dialeto utilizado pelos escravos, como se fosse um negro cantando com saudades da sua família que havia sido deixada na velha plantação (de old plantation).

Seja como for, todo o texto foi produzido com expressões nostálgicas, passando a impressão de que alguém está longe de casa e separado da sua família.

Apesar das controvérsias, havendo muitos que insistem em afirmar que o texto é racista, a melodia "The Swanee River" (Old folks at home), tal como foi escrita e composta por Stephen C. Foster, com algumas pequenas correções, foi adotada como a canção oficial do estado da Flórida no dia 25 de Maio de 1935.

Stephen Collins Foster (04/071826 a 13/01/1864), conhecido como o "pai da música americana", foi um proeminente compositor americano do século XIX. Suas canções, incluindo "Oh! Susanna", "Camptown Races", "My Old Kentucky Home", "Old Black Joe", "Beautiful Dreamer" e "Old Folks at Home" ("Swanee River") permanecem populares mais de 150 anos depois de sua composição.

Os metodistas contribuíram para a hinódia brasileira através de missionários como Justus Henry Nelson e Benjamin Nind, que cooperaram com a tradução dos versos em inglês para o português.

No caso deste hino "O Exilado", a situação em que se encontrava, longe de casa, em terra estranha, com saudade da família, etc, seria no mínimo razoável que se lembrasse de uma música folclórica como esta. O missionário Justus Henry Nelson fez a adaptação necessária da melodia rural "Old Folks at home", de Stephen Collins Foster para produzir: "Da linda pátria estou mui longe...", tendo sido aproveitada tanto no antigo "Cantor Cristão" (número 484) como no "Salmos e Hinos" (número 592).

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Vencendo Vem Jesus...

Vencendo Vem Jesus (Julia Ward Howe)

Foi no outono de 1861 que a escritora Julia Ward Howe e seu marido, médicos a serviço do governo dos Estados Unidos, mudaram-se para Washington D.C., capital. Julia, abolicionista, mas pacifista, angustiou-se ao ver a atmosfera de ódio e as preparações frenéticas para uma guerra entre os Estados. Dia após dia as tropas passaram por sua porta, cantando John Brown’s Body (O Corpo de John Brown), canção de melodia contagiante que contava a história da morte de John Brown, com alguns dos seus filhos, num violento esforço individual para acabar com a escravidão. Um dia, enquanto ouviam as tropas cantando, um visitante do casal, o pastor da sua igreja anterior, conhecendo a sua habilidade de poetisa, virou-se para Julia e a desafiou:"Porque a senhora não escreve palavras decentes para aquela melodia?" "Farei isto!" respondeu Julia. As palavras vieram a ela antes do novo amanhecer. A senhora Howe relata:
"Acordei na penumbra da madrugada, e enquanto esperava a aurora, as linhas do poema começaram a se entrelaçar na minha mente. Disse a mim mesma, 'Preciso me levantar e escrever estes versos, para não tornar a dormir e perde-los!' Então me levantei e no escuro achei uma pena desgastada, que me lembrei de ter usado o dia anterior . Rabisquei os versos quase sem olhar o papel."

Assim nasceram palavras "decentes" e empolgantes para aquela melodia muito conhecida, que surgira nos Camp Meetings do Sul anos antes da guerra civil. Em pouco tempo, todo o Norte estava cantando a letra de Julia Ward Howe. O hino foi publicado no periódico mensal Atlantic Monthly (Revista Mensal Atlântico) em Boston, Estado de Massachusetts, em fevereiro de 1862. Conta-se que a primeira vez que o presidente Lincoln ouviu o hino, chorou e pediu:"Cante-o mais uma vez."

Ao longo dos anos, o hino perdeu qualquer resquício de partidarismo e tornou-se um dos hinos mais amados dos Estados Unidos. Arranjos maravilhosos deste hino foram feitos por compositores de renome e cantados nos momentos mais solenes do país. Foi cantado na posse do Presidente Lyndon Johnson, e, tornando-se internacional, no culto funerário de Winston Churchill, como planejado por ele mesmo.

Julia Ward Howe, (1819-1910) nascida em Nova Iorque numa família de distinção, se uniu com seu marido, o Dr. Samuel Gridley Howe, em obras humanitárias. Foi pioneira no movimento para o voto feminino, abolicionista ardente, pacifista e muito ativa nas obras sociais. Tornou-se oradora destacada de muita influência. Em 1870, organizou uma cruzada com este alvo:que as mulheres do mundo se organizassem para acabar com a guerra de uma vez por todas. Pregava freqüentemente na sua denominação e em outras, Julia publicou, entre outros escritos, três volumes de poesia. Em 1910, doze dias antes da sua morte, foi lhe conferido um Doutorado em Direito (honoris causa) em homenagem às suas muitas realizações humanitárias.

Nas mãos do inesquecível Ricardo Pitrowsky este hino tornou-se um hino triunfante da volta de Jesus, assunto que empolgava este servo de Deus. Sua excelente adaptação da letra de Julia Ward Howe fez o hino amado em toda a nação brasileira. Ao fazê-la Pitrowsky escreveu:

"Este hino é a expressão da gloriosa esperança da segunda vinda de Jesus a este mundo, para ser, no fim, vitorioso sobre todas as forças do maligno. Isto nos dá coragem para proceder na sua obra."

O nome desta melodia americana, BATTLE HYMN (Hino da Batalha), vem das primeiras palavras do título do hino no original

Bibliografia: Pitrowsky, Ricardo. In: Paula, Isidoro Lessa de, Early Hymnody in Brazilian Baptist Churchs, Fort Word, School of Church Music, Southwestern.

Vencendo Vem Jesus (Battle Hymn)

Já refulge a glória eterna de Jesus, o Rei dos Reis;
Breve os reinos deste mundo Seguirão as suas leis!
Os sinais da sua vinda mais se mostram cada vez.
Vencendo vem Jesus!

Glória, glória! Aleluia! Glória, glória! Aleluia!
Glória, Glória! Aleluia! Vencendo vem Jesus!

O clarim que chama os crentes À batalha já soou;
Cristo, à frente do seu povo Multidões já conquistou.
O inimigo em retirada, seu furor patenteou.
Vencendo vem Jesus!

Glória, glória! Aleluia! Glória, glória! Aleluia!
Glória, Glória! Aleluia! Vencendo vem Jesus!

Eis que em glória refulgente Sobre as nuvens descerá,
E as nações e os reis da terra Com poder governará.
Sim, em paz e santidade Toda a terra regerá.
Vencendo vem Jesus!

Glória, glória! Aleluia! Glória, glória! Aleluia!
Glória, Glória! Aleluia! Vencendo vem Jesus!

E por fim entronizado As nações há de julgar,
Todos grandes e pequenos, O Juiz hão de encarar,
E os remidos triunfantes, Em fulgor hão de cantar:
Vencido tem Jesus!

Glória, glória! Aleluia! Glória, glória! Aleluia!
Glória, Glória! Aleluia! Vencido tem Jesus!

Texto apresentando a história do hino retirado do site Música Sacra e Adoração.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

ENCONTRO DE CORAIS


É com bastante satisfacão, que o Grande Coral estará no proximo sabado, dia 05 de Novembro de 2011, do Encontro de corais na primeira Igreja Batista de Arraial do Cabo. Esperamos naquele dia, Adorar o nosso salvador, e redentor, Jesus Cristo, e conhecer novos Levitas, e assim, estar trocando muitas experiências.

Tenho certeza, será uma noite memoravel, para honra e glória do Senhor Jesus.

Ainda no mês de Novembro, estaremos no dia 11, sexta feira, num abencoado culto, na tenda Blue Line, proximo à linha verde, e no dia 24, Quinta Feira, estaremos Adorando ao Senhor, no teatro do Sindipetro, proximo da rodoviaria.


Que Deus abencoe a todos.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

39 Anos de Vitórias nas mãos do Senhor...



Pastor Geraldo Geremias: 39 Anos Pregando a Palavra de Deus.


"Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contando que cumpra com alegria a minha carreira e o Ministério que recebi do senhor Jesus, para dar Testemunho do Evangelho da graça de Deus" (Atos 20:24).


Nascido em 12 de Abril de 1948, na cidade de Bom Jesus do Itabapoana(RJ). Seus Pais, Leuvergilio Geremias e Olívia Pires Geremias.

Naquela época, os seus pais viviam na lavoura, sendo Geraldo, o ùnico filho em uma família de oito mulheres. Muitos foram os desafios e Obstáculos que a família passou, mas Deus tinha um plano para a família Geremias.

Sua família era totalmente católica, aos 14 anos converteu-se a Cristo na Igreja Batista em Apiacá/Es. Quando ainda Adolescente, Geremias sentiu o chamado para o ministério pastoral, a partir daí, o referido adolescente, dedicou-se ao estudo e ao terminar o seu segundo grau, foi para Campos dos Goytacazes, e ingressou no seminário Teológico Batista Fluminense, onde dedicou-se, preparando-se para o Ministério Pastoral. Mas tarde fez o curso de Direito na Faculdade de Direito de Campos.

No Ano de 1971, no dia 18 de dezembro, reuniram-se representantes de várias Igrejas da então Associação Macaense (Atual Associação Batista Serramar), da Planície, e de outras regiões, no santuário da primeira Igreja Batista de Macaé/RJ, para examina-lo, a pedido da Terceira Igreja Batista de Macaé/RJ, quando foi aprovado, e separado para o Ministério da palavra.

No Ano 1972, casou-se com a jovem professora Maria Francisca, que tem sido seu braço direito, dedicando-se à música e à Educação religiosa.

Deus os presenteou com quatro filhos; Priscila, Diógenes, Joas, e Josane, que também são bençaos nas mãos do senhor.

O Pastor Geraldo Geremias, já atuou por inúmeras vezes como presidente da Associação Batista serramar, já foi Presidente da Ordem de Pastores Batistas Fluminense e do Brasil, bem como, Presidente da Convenção Batista Fluminense. Conhecido em todo Brasil evangélico, tendo pregado, por todo o Brasil, e Países como Bolívia, Paraguai, Argentina, e em algúns Países Europeus como França, Itália, Alemanha, porém considera como seu maior privilégio o de ser vocacionado por deus para esta missão. Tanto assim que, por atuar em Macaé por 39 anos, o povo evangélico o considera como o pastor evangélico que há mais tempo ministra na cidade, em toda sua história.

Agradecemos também pela visão que o Senhor deu ao seu servo, pois usado pelo senhor Jesus, trouxe para nossa cidade o Campus avançado do seminário Teológico Batista Fluminense, hoje Faculdade Batista Macaense (FABAMA).

Nossa Gratidão a Deus, pela vida do Pastor Geraldo Geremias, pelo seu Ministério que há 39 anos vem proclamando a palavra de Deus na 3ª Igreja Batista de Macaé.

A Deus toda Honra e toda Glória...

PARABÉNS PASTOR...


Não percam...

Em breve teremos uma Entrevista com o Pr. Geraldo Geremias...

AGUARDEM...